segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MEC: piso para professor em 2012 é de R$ 1.451


Todas as redes públicas precisam pagar, no mínimo, este valor mensal para uma carga semanal de 40 horas

O Ministério da Educação confirmou o valor do novo piso nacional para professores em R$ 1.451. O salário é o mínimo que deve ser pago mensalmente a professores que tenham carga horária semanal de 40 horas. Os docentes que trabalham em jornadas diferentes precisam receber um montante proporcional.
O valor é 22,22% maior do que o piso de 2011, que era de R$ 1.187. O ajuste foi feito conforme determina a lei que institui o piso nacional, de 16 de junho de 2008, aprovada pelo Congresso Nacional. Ele se baseia na arrecadação do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação Básica.
Na semana passada, o MEC já havia avisado Estados e municípios que o valor para 2012 é retroativo a janeiro e redes que não estejam pagando esta quantia precisarão ressarcir os professores.
Ainda há muitas redes que não pagam o piso. O tema é uma das razões para uma paralisação nacional de professores prevista para os dias 14, 15 e 16 deste mês.

Estados pressionam por valor menor

A manifestação também será contra a pressão que os governadores Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, Antonio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais, Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo, Cid Gomes (PSB), do Ceará, e Jaques Wagner (PT), da Bahia, fazem para que a Câmara dos Deputados vote um um recurso que muda a forma como o piso para professor é reajustado. Eles defendem um reajuste pela inflação, que ficaria em 6%. Para os sindicatos, a criação do piso tinha o objetivo de valorizar a carreira e, repor a inflação, tornaria a lei nula.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Olimpíada de Língua Portuguesa

Curso online tem mais de 3 mil pedidos de inscrição


2893_curso_gdeBastaram 2h e 12 minutos para que todas as vagas do curso online promovido pela Olimpíada, Sequência Didática: aprendendo por meio de resenhas, fossem preenchidas. As inscrições feitas pela Comunidade Virtual foram abertas às 14h desta quarta-feira, 15 de fevereiro. No total foram oferecidas 800 vagas para as turmas que começam o curso em 27 desse mês. Em maio novas turmas serão abertas, mas o número de vagas oferecidas ainda não foi definido.
Foram mais de três mil pedidos de inscrição. A procura surpreendeu Denise Lotito, coordenadora do curso. “Houve até uma sobrecarga do servidor. Não esperávamos tanta gente”, afirmou. De fato, em alguns momentos a página da Comunidade Virtual chegou a sair do ar, tendo quase dois mil acessos simultâneos para o mesmo link. Para a coordenadora, a grande procura revela o prestígio da Olimpíada e dos cursos virtuais junto a professores e secretarias. “E com tanta procura, vamos estudar a possibilidade de oferecer mais vagas no futuro para esse tipo de formação, já que atualmente temos estrutura para atender 1400 alunos”.
Aqueles que tiverem atendida a solicitação da vaga receberão e-mail nos próximos dias para confirmarem o interesse em participar do curso. Já os inscritos que não receberem a mensagem estarão na lista de espera e devem ficar atentos pois poderão ser chamados até o dia 7 de março para assumirem as vagas de eventuais desistentes.
Sobre o curso
A proposta é que educadores vivenciem, como alunos, uma sequência didática em torno de um gênero diferente dos já trabalhados pela Olimpíada. O objetivo final é escrever a resenha de um produto cultural, compreendendo quais são os princípios do trabalho com gêneros e com sequências didáticas na sala de aula. O curso também pretende ajudar a elaborar atividades e exercícios que ensinem crianças e jovens a produzir textos na escola. Denise Lotito explica que a única exigência para participar é que o inscrito dedique no mínimo 8 horas semanais às atividades no ambiente virtual. E além de possuir um email pessoal de fácil acesso para os contatos e uma conexão estável e regular com a internet, é importante ter conhecimentos básicos para navegar na web, já que será preciso abrir e fechar links; carregar vídeos; produzir arquivos em Word e enviá-los por email com as atividades solicitadas. Recomenda-se que o aluno tenha instalado no seu computador versões gratuitas de programas como Adobe Reader e Adobe Flash Player. “Também é importante saber gerenciar o tempo dedicado ao curso para que se consiga realizar as atividades nos prazos determinados”, afirmou.

Fonte: www.escrevendo.cenpec.org.br

HQs digitais como recursos para dinamizar a construção de narrativas

Assim como livros e filmes, as histórias em quadrinhos (HQs) não ficaram para trás na cultura digital. Editoras responsáveis por títulos populares, seja no Brasil ou no exterior, trataram de criar sites e disponibilizar ferramentas web que permitem a criação de histórias online de forma coletiva ou individual. Na educação, professores atentos ao uso das tecnologias para fins pedagógicos também passaram a contemplar esse recurso em sala de aula e na formação de professores. É o caso de Maria de Fátima Franco, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), que coordena uma oficina sobre o tema para educadores como atividade do “Taba Eletrônica”, projeto de ensino, pesquisa e extensão da faculdade de letras da instituição.

Reprodução

Ambiente de criação de quadrinho da ferramenta Make Beliefs Comix
Professora de línguas, ela sempre valorizou as HQs para a construção de narrativas em sala de aula, mesmo quando as histórias existiam apenas no formato impresso, e diz que ainda hoje percebe que isso não é uma prática comum entre educadores, tendo de lidar até com preconceitos. “Tem professor que olha com certo estranhamento. À primeira vista, não considera que quadrinho é literatura, mas é”, afirma.

Maria de Fátima defende que as HQs são um ótimo meio para trabalhar discursos, e que o recurso vale para todas as disciplinas. Abaixo, em slideshare, é possível acessar uma das apresentações que fazem parte da oficina para professores, a qual também está disponível no blog “Quadrinhos na Escola” (http://www.quadrinhos-escola.blogspot.com/), recém-criado pela educadora. Em sua página na web, ela traz análises do uso dos quadrinhos em diferentes contextos da educação e várias dicas de ferramentas e ambientes. Entre as dicas, há espaço para todos os traços. Os interessados por mangás, por exemplo, encontram a sugestão de um fórum, onde se discute a criação de personagens nesse estilo.

Caminhos e boas práticas

Para os professores que quiserem experimentar ou aprofundar a experiências com HQs, há dois caminhos para acessar ferramentas na web: procurar sites e recursos das editoras, como Marvel e Máquina dos Quadrinhos ou pesquisar por ferramentas de web 2.0 voltadas para as HQs. No primeiro, a vantagem é que os alunos vão trabalhar com personagens consagrados, como Homem Aranha, no caso da Marvel, e Mônica e Cebolinha, na ferramenta da Mauricio de Sousa Produções. “A Máquina dos Quadrinhos tem uma versão gratuita e uma paga, muito completa, que tem política de desconto para instituições educacionais”, conta Maria de Fátima Franco.

Entre as ferramentas web dissociadas de editoras estão: Comeeko, Comic, Make Beliefs Comix. Todas têm opção para a criação de histórias e se tornam grande aliadas para atividades pedagógicas.

O que ter em mente antes de iniciar o trabalho com HQs
 
1) Como é a estrutura de uma HQ: ajuda muito ter histórias em quadrinhos online ou impressas à disposição.

2) Fazer um storyboard, onde deve estar definida a estrutura da narrativa, com o ponto alto da história (climax) e os personagens envolvidos.

3)
Não se deve didatizar radicalmente os quadrinhos. Isso significa que eles precisam ter um elemento que cause surpresa, estranhamento, alegria etc. Deve haver um corte, algo que não existe nos livros didáticos, por exemplo.

Fonte: Instituto Claro - Educar para Empreender

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Primeiro dia de Aula

EU APRENDI

que a melhor sala de aula do mundo
está aos pés de uma pessoa mais velha;

EU APRENDI

que ser gentil é mais importante do que estar certo;

EU APRENDI

que eu sempre posso fazer uma prece por alguém
quando não tenho a força para
ajudá-lo de alguma outra forma;

EU APRENDI

que não importa quanta seriedade a vida exija de você,
cada um de nós precisa de um amigo
brincalhão para se divertir junto;

EU APRENDI

que algumas vezes tudo o que precisamos
é de uma mão para segurar
e um coração para nos entender;

EU APRENDI

que deveríamos ser gratos a Deus
por não nos dar tudo que lhe pedimos;

EU APRENDI

que dinheiro não compra "classe";

EU APRENDI

que são os pequenos acontecimentos
diários que tornam a vida espetacular;

EU APRENDI

que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa
que deseja ser apreciada,
compreendida e amada;

EU APRENDI

que Deus não fez tudo num só dia;
o que me faz pensar que eu possa?

EU APRENDI

que ignorar os fatos não os altera;

EU APRENDI

que o AMOR, e não o TEMPO,
é que cura todas as feridas;

EU APRENDI

que cada pessoa que a gente conhece
deve ser saudada com um sorriso;

EU APRENDI

que ninguém é perfeito
até que você se apaixone por essa pessoa;

EU APRENDI

que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

EU APRENDI

que as oportunidades nunca são perdidas;
alguém vai aproveitar as que você perdeu.

EU APRENDI

que quando o ancoradouro se torna amargo
a felicidade vai aportar em outro lugar;

EU APRENDI

que devemos sempre ter palavras doces e gentis
pois amanhã talvez tenhamos que engolí-las;

EU APRENDI

que um sorriso é a maneira mais barata
de melhorar sua aparência;

EU APRENDI

que todos querem viver no topo da montanha,
mas toda felicidade e crescimento
ocorre quando você esta escalando-a;

EU APRENDI

Que quanto menos tempo tenho,
mais coisas consigo fazer.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Carnaval e História do Carnaval

O que é 
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.

História do Carnaval 
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.
Carnaval de Recife - Bonecos Gigantes Bonecos gigantes em Recife
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu. 
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais atrações desta cidade durante o carnaval.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.
Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais no Rio de Janeiro :
1998 - Mangueira e Beija-Flor
1999 - Imperatriz Leopoldinese
2000 - Imperatriz Leopoldinese
2001 - Imperatriz Leopoldinese
2002 - Mangueira
2003 - Beija-Flor
2004 - Beija Flor
2005 - Beija-Flor
2006 - Unidos de Vila Isabel
2007 - Beija-Flor
2008 - Beija-Flor
2009 - Acadêmicos do Salgueiro
2010 - Unidos da Tijuca
2011 - Beija-Flor
Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais em São Paulo:
1998 - Vai-Vai
1999 - Vai-Vai, Gaviões da Fiel
2000 - Vai-Vai, X-9 Paulistana
2001 - Vai-Vai, Nenê de Vila Matilde
2002 - Gaviões da Fiel
2003 - Gaviões da Fiel
2004 - Mocidade Alegre
2005 - Império de Casa Verde
2006 - Império de Casa Verde
2007 - Mocidade Alegre
2008 - Vai-Vai
2009 - Mocidade Alegre
2010 - Rosas de Ouro
2011 - Vai-Vai
Fonte: Sua pesquisa.com