quinta-feira, 30 de junho de 2011

Santa Ana
Origem: Wikipédia
Santa Ana ou Sant'Ana (do latim Anna, por sua vez do hebraico transliterado Hannah, "Graça") foi mãe de Maria, mãe de Jesus Cristo.

Histórico
Os dados biográficos que sabemos sobre os pais de Maria foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa.
Sant'Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim, pertencia à família real de Davi.
Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Jesus.
Eram residentes em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Basílica de Santana; e aí, num sábado, 8 de setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de Miriam, que em hebraico significa "Senhora da Luz", passado para o latim como Maria. Maria foi oferecida ao Templo de Jerusalém aos três anos, tendo lá permanecido até os doze anos.
Pelo texto Caverna dos Tesouros, atribuído a Efrém da Síria, Ana (Hannâ) era filha de Pâkôdh e seu marido se chamava YônâkhîrYônâkhîr e Jacó eram filhos de Matã e Sabhrath. Jacó foi o pai de José, desta forma, José e Maria eram primos.
Devoção
A devoção aos pais de Maria é muito antiga no Oriente, onde foram cultuados desde os primeiros séculos de nossa era, atingindo sua plenitude no século VI. Já no ocidente, o culto de Santana remonta ao século VIII, quando, no ano de 710, suas relíquias foram levadas da Terra Santa para Constantinopla, donde foram distribuídas para muitas igrejas do ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant’Ana, em Düren, Renânia, Alemanha. Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade Média, especialmente na Alemanha. Em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto . Em 1584, o papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de julho, e o Papa Leão XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879. Em França, o culto da Mãe de Maria teve um impulso extraordinário depois das aparições da santa em Auray, em 1623.
Tendo sido São Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant’Ana, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria, mãe de Jesus.
Cultura popular
§  Pode se encontrar um retrato realístico de Santa Ana no filme, The Nativity Story, "Jesus, a História do Nascimento", em português.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

FESTAS JUNINAS


A origem da nomenclatura “festa junina” tem na verdade duas prováveis explicações. Uma é que talvez este nome tenha surgido pelo motivo da festa ser comemorada no mês de junho, a outra é que ela surgiu em países católicos da Europa e, portanto, seria uma homenagem a São João. Várias características das danças juninas tiveram forte influência de países como Portugal, Espanha, China e França. Dos franceses vieram os passes das danças nobres, de Portugal e Espanha a dança com fitas e da China a magia dos fogos de artifício. Tudo isso junto, ao longo do tempo marcou o que seria uma das maiores festas populares do Brasil.
Apesar de ser festejada em todas as regiões do território brasileiro, as festividades juninas ganham bastante expressão na região Nordeste. O povo nordestino, por sofrer muito com a seca, aproveita as festas juninas para agradecer as raras chuvas que salvam a agricultura. Mês de junho nesta região, é época de homenagear três santos: São João, São Pedro e Santo Antônio.
festas-juninas-comidas-tipicas
Como junho é o mês marcado pela alta na colheita do milho, a maioria das comidas típicas da festa junina é feita a base de milho. Podemos citar entre outras delícias a pamonha, a canjica, o mungunzá, o milho cozido ou assado na fogueira, a pipoca e o bolo de milho. Mas, tão importantes e solicitadas como estas já citadas, ainda temos o pé-de-moleque, o quentão, arroz doce, cocada, broa de fubá e bombocado.
Várias cidades do Nordeste são ultimamente visitadas nesta época do ano, principalmente Caruaru (PE) e Campina Grande (PB). Turistas de todo o país vêm experimentar as comidas típicas das festas juninas e ver de perto um evento popular cheio de cores, brilhos e muita animação.
A mesa farta é símbolo da celebração pela renovação do plantio e agradecimento pelas chuvas que trouxeram um bom resultado na colheita daquele ano. 
Festa junina é época de festa, alegria e uma culinária típica. Impossível resistir a tantas delícias.

Fonte:  Mundo Hoje.com.br